quarta-feira, 1 de março de 2017

::..FEBRE AMARELA .::

Febre Amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por vetores artrópodes, que possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano. Reveste-se da maior importância epidemiológica por sua gravidade clínica e elevado potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas por Aedes aegypti.



Orientações quanto à vacinação contra a febre amarela
A vacinação contra a febre amarela é recomendada para uma grande área do Brasil onde a transmissão é considerada possível, principalmente para indivíduos não vacinados e que se expõem em áreas de mata, onde o vírus ocorre naturalmente. A vacina está recomendada nas ações de rotina dos programas de imunizações (Calendário Nacional de Vacinação), e deve ser aplicada em residentes da Área Com Recomendação de Vacina (ACRV) e em viajantes que se deslocam para essa área, conforme o mapa abaixo.



A vacinação de rotina é ofertada em 19 estados do país com recomendação para imunização. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida. Também precisam se vacinar, neste momento, pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que estão registrando casos da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, noroeste do Rio de Janeiro e oeste da Bahia.
O Espírito Santo, Rio de Janeiro e parte da Bahia não são áreas de recomendação para vacinação contra a febre amarela, por isso a recomendação é de que sejam vacinadas as pessoas que moram próximas à divisa com o leste de Minas Gerais. Não há necessidade de corrida aos postos de saúde, já que há doses suficientes para atender as regiões com recomendação de vacinação.

>> Confira aqui os municípios conforme áreas de recomendação para vacinação.

A política atual de vacinação contra Febre Amarela recomenda pelo menos uma dose de reforço para crianças e adultos, conforme orientações do Programa Nacional De Imunizações do Ministério da Saúde.

Orientações para a vacinação contra febre amarela para residentes em área com recomendação da vacina ou viajantes para essa área.
Indicação
Esquema
Crianças de 6 meses a 9 meses de idade incompletos
A vacina está indicada somente em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem inadiável para área de risco de contrair a doença.
Crianças de 9 meses até 4 anos 11 meses e 29 dias de idade
Administrar 1dose aos 9 meses de idade e 1 dose de reforço aos 4 anos de idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
Pessoas a partir de 5 anos de idade, que receberam uma dose da vacina antes de completar 5 anos de idade
Administrar uma única dose de reforço, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
Pessoas a partir de 5 anos de idade, que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação
Administrar a primeira dose da vacina e, 10 anos depois, 1 dose de reforço.
Pessoas a partir dos 5 anos de idade que receberam 2 doses da vacina
Considerar vacinado. Não administrar nenhuma dose.
Pessoas com 60 anos e mais, que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação
O médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação, levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nessa faixa etária ou decorrentes de comorbidades.
Gestantes, independentemente do estado vacinal
A vacinação está contraindicada. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação.
Mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses de idade, independentemente do estado vacinal
A vacinação não está indicada, devendo ser adiada até a criança completar 6 meses de idade. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação. Em caso de mulheres que estejam amamentando e receberam a vacina, o aleitamento materno deve ser suspenso preferencialmente por 28 dias após a vacinação (com um mínimo de 15 dias).


Viagens internacionais: seguir as recomendações do Regulamento Sanitário Internacional (RSI).

Viagens para áreas com recomendação de vacina no Brasil: vacinar, pelo menos 10 dias antes da viagem, no caso de primeira vacinação. O prazo de 10 dias não se aplica no caso de revacinação.


A vacina de Febre Amarela
A vacina contra febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença. Produzida no Brasil desde 1937, pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, é da cepa 17DD, sendo constituída por vírus vivos atenuados derivados de uma amostra africana do vírus amarílico selvagem. Apresenta eficácia acima de 95%.
A vacina febre amarela é reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, eventos adversos podem ocorrer, como reações locais e sistêmicas, tais como febre, dor local, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor no corpo), dentre outros. Atenção especial deve ser dada quando, após administração da vacina de febre amarela, a pessoa apresentar dor abdominal intensa.
Imunidade – os anticorpos protetores aparecem entre o sétimo e décimo dias após a aplicação, razão pela qual a imunização deve ocorrer dez dias antes de se ingressar em área de transmissão. É contraindicada para:
• Crianças com menos de 6 meses de idade.
• Pacientes com imunossupressão de qualquer natureza, como:
- Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células CD4 <200 c="" lulas="" mm="" span="" style="font-size: 9px; line-height: 0; outline: none medium; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;">3
 ou menor de 15% do total de linfócitos, para crianças com menos de 6 anos de idade.
- Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores).
- Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
- Pacientes com imunodeficiência primária.
- Pacientes com neoplasia.
Obs: Nos casos de pacientes com imunodeficiência, a administração desta vacina deve ser condicionada a avaliação médica individual de risco-benefício e não deve ser realizada em caso de imunodepressão grave.
• Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina).
• Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).


Mosquitérica - Aprenda a fazer a arma que captura o Mosquito da Dengue






Depois de pronta, ela vai atrair as fêmeas de mosquitos para depositarem seus ovos naquela maternidade.

Observação: Desconsiderar o endereço no final do arquivo, pois este arquivo foi retirado de um site de uma faculdade do Rio de Janeiro.



.: Saiba como identificar e combater o mosquito Aedes Aegypti :.

​O Aedes Agypti causador da dengue, Zika e Chikungunya, se parece muito com o pernilongo, porém, possui características especificas que o difere de qualquer outro mosquito. Além das suas listras brancas e pretas, o mosquito tem alguns hábitos que ajudam identificá-lo.
O mosquito da dengue, além de silencioso:
  • Costuma picar nas primeiras horas da manhã ou fim da tarde;
  • Pica, principalmente, nas pernas, tornozelos ou pés e a sua picada, geralmente, não dói nem coça;
  • Tem voo rasteiro, com no máximo meio metro de distância do solo.
​​Além disso, o Aedes é mais comum no verão, sendo recomendado utilizar repelentes, usar inseticida na casa ou colocar redes mosquiteiras nas portas e janelas. Uma forma natural de afastar o mosquito é acender velas de citronela dentro de casa.

​Fotos do Aedes Aegypti


Saiba como identificar e combater o mosquito Aedes Aegypti
Saiba como identificar e combater o mosquito Aedes AegyptiO mosquito que transmite a dengue, Zika e Chikungunya também é o principal responsável pela transmissão da febre amarela, por isso, é importante combatê-lo, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como copos, pneus, tampinhas de garrafa ou vasos de plantas.

Características do mosquito Aedes Aegypti

O mosquito possui as seguintes características:
  • Tamanho: 0,5 cm;
  • Cor: possui cor preta e riscos brancos nas patas, cabeça e corpo;
  • Asas: possui 2 pares de asas translúcidas;
  • Patas: possui 3 pares de patas.
Esse mosquito não gosta de calor e, por isso, nos horários mais quentes do dia, ele encontra-se escondido à sombra ou dentro de casa. O mosquito da dengue ataca à noite.

Ciclo de vida do Aedes Aegypti

O ciclo de vida é divido em 4 fases: ovo, larva, pupa e mosquito desenvolvido. O ciclo começa quando uma fêmea adulta deposita seus ovos na água parada e em cerca de 30 minutos elas se desenvolvem. Após 7 dias, a larva cresce e vira pupa e, 2 dias depois, o mosquito está completamente formado e pronto para picar.
Os ovos do mosquito são muito resistentes, sobrevivendo por cerca de 1 ano num local seco. Quando este local recebe água limpa, em cerca de meia hora ele pode se desenvolver. O mosquito da dengue leva 10 dias para se desenvolver e ele vive em média 30 dias.

Como combater o Aedes Aegypti

Uma nova proposta para combater o Aedes Aegypti é deixar que as fêmeas coloquem seus ovos num recipiente com água limpa e quando as larvas começarem a se formar, a água seja eliminada.
Essa possibilidade ainda não tem sido recomendada, mas segundos os pesquisadores é uma ótima forma de eliminar os mosquitos porque as fêmeas morrem após colocar seus ovos e com estes sendo eliminados no momento certo, a população de Aedes Aegypti realmente diminuiria.
Saiba como identificar e combater o mosquito Aedes Aegypti
Para adotar este novo meio de combate ao mosquito da dengue e da Zika é aconselhado deixar um copo de água limpa num local estratégico, onde seja visto diariamente, como em cima de uma mesinha na varanda da casa, por exemplo.
O morador deve observar e trocar a água todos os dias. Sempre que houver larvas deve-se jogar um pouco de cloro ou água sanitária para matar as larvas e eliminar a água, jogando no vaso sanitário, dando descarga a seguir. Depois deve-se lavar o copo e colocar água limpa novamente para que outra fêmea do Aedes Aegypti possa colocar seus ovos.
Segundo os pesquisadores essa estratégia de combate ao mosquito da dengue e da Zika é mais eficaz que usar pulverizadores e o fumacê que podem prejudicar o ambiente. Apesar disso, as formas mais comuns de combater o mosquito, e que continua sendo recomendada pelo Ministério da Saúde continua sendo:
Saiba como identificar e combater o mosquito Aedes Aegypti
Para combater o mosquito da dengue é importante evitar a existência de locais ou objetos, como tampas, pneus, vasos ou garrafas, que possam acumular água parada, facilitando o desenvolvimento do mosquito. Por isso é aconselhado:
  • Manter a caixa de água fechada com a tampa;
  • Limpar as calhas, removendo as folhas, galhos e outros objetos que possam impedir a passagem da água;
  • Não deixar acumular água da chuva sobre a laje;
  • Lavar semanalmente tanques utilizados para armazenar água com escova e sabão;
  • Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
  • Encher os pratinhos dos vasos com areia;
  • Lavar 1 vez por semana os vasos com plantas aquáticas, usando escova e sabão;
  • Guardar as garrafas vazias de cabeça para baixo;
  • Entregar os pneus velhos no serviço de limpeza urbana ou guardá-los sem água e abrigados da chuva;
  • Colocar o lixo em sacos fechados e fechar bem a lixeira.
Uma outra forma de evitar o desenvolvimento do mosquito da dengue é colocar um larvicida natural em todos os pratos de plantas, misturando 2 colheres de borra de café em 250 ml de água e adicionar ao prato da planta, repetindo este procedimento todas as semanas.
A Anvisa já aprovou o uso de um larvicida biológico, chamado Biovech, que é capaz de matar as lavas e os mosquitos da dengue em apenas 24 horas, sem deixar resíduos tóxicos que possam agredir o meio ambiente e por isso é seguro para o homem, animais e plantas.
Fonte: http://www.tuasaude.com/como-identificar-o-mosquito-da-dengue/






sexta-feira, 17 de junho de 2016

15 dicas para ajudar seu filho a enfrentar as provas da escola

Especialistas recomendam atitudes positivas para serem tomadas antes, durante e depois o período de avaliação escolar


Foto: O papel dos pais deve ser acompanhar e motivar seu filho, mostrando que o aprendizado tem um sentido e significado para além da prova

O papel dos pais deve ser acompanhar e motivar seu filho, mostrando que o aprendizado tem um sentido e significado para além da prova

Basta a escola informar as datas previstas para a famosa "semana de provas"para que um clima de tensão se instale em sua casa e a rotina de estudos sofra uma drástica mudança? Atenção. As provas são parte importante da avaliaçãoe, claro, o baixo desempenho pode levar à repetência, porém, elas devem ser encaradas como uma simples rotina. 

Como evitar o desgaste de perceber, na véspera da prova, que seu filho não absorveu o conteúdo mínimo necessário ou que tem muitas dúvidas sobre determinado assunto? Como ajudar diante da grande quantidade de disciplinas e assuntos que são cobrados neste momento?

Dois educadores ouvidos pelo Educar para Crescer apresentam uma fórmula infalível para resolver estes problemas e fazer com que este período seja tranquilo e até prazeroso: garantir que seu filho estude um pouco a cada dia, desde o começo do ano, de forma organizada e contando com seu acompanhamento. Algo que, se não está sendo feito, deve ser iniciado o imediatamente.

Seu filho está estudando direito para as provas? 
Saiba como ajudar seu filho a se preparar para esse momento.
"Isso significa fazer a lição de casa e os trabalhos solicitados, mas também rever o conteúdo passado em cada aula, diariamente", explica a psicopedagoga Marcia Zebini. "O ideal é, junto com a criança ou adolescente, montar uma tabela com as disciplinas que serão estudadas a cada dia da semana, determinando um horário para que isso seja feito". Ela sugere, por exemplo, no caso de quem estuda pela manhã, que a segunda-feira à tarde seja dedicada para revisar os conteúdos das disciplinas das aulas previstas para terça-feira. A estratégia permite o aluno perceber se tem dúvidas e resolvê-las com o professor já na aula seguinte e também deixa os assuntos "frescos" para a complementação que virá.

A orientação é compartilhada pelo professor Laércio da Costa Carrer, coordenador do Ensino Fundamental 2 do Colégio Albert Sabin, que destaca a importância da participação dos pais neste processo. "É envolver-se, acompanhar e motivar seu filho, mostrando que o aprendizado tem um sentido e significado para além da prova, pois o conhecimento adquirido na escola servirá para os desafios pessoais e profissionais da vida", afirma. 

Ambos ressaltam que o estudo contínuo deixa a aprendizagem mais fácil, amplia a confiança do estudante para os momentos de avaliação e, assim, ajudam a tornar a escola algo prazeroso. 

Os dois entrevistados apresentam 15 dicas sobre a melhor postura a tomar antes, durante e depois do período de provas, mas ressaltam que elas apenas complementam a orientação essencial, que é a do estudo contínuo. 

ANTES DAS PROVAS
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Estabelecer uma relação de confiança e responsabilidade
Mais do que uma rotina de estudos, é preciso estabelecer um verdadeiro pacto por seu cumprimento. A primeira recomendação dos especialistas é não infantilizar a relação, achando que seu filho não dará conta de tudo ou que é muito esforço para ele. Saiba que os conteúdos programados pela escola são pensados dentro da capacidade de aprendizado de cada faixa etária. A segunda orientação é evitar descumprir o combinado, permitindo que, por qualquer motivo, seu filho adie o começo das tarefas. E o mais importante: mostre para seu filho que não vale a pena "mentir para si mesmo". Fechar-se no quarto dizendo estar estudando ou ficar horas com o livro aberto, sem realmente estar prestando atenção no que lê são formas muito conhecidas de somente fazer o tempo passar, sem real utilidade. Vale uma conversa franca sobre responsabilidade e mostrar que se está depositando confiança de que, no momento combinado, ele estará verdadeiramente engajado e não enganando a si mesmo.

2. Acompanhar anotações e atividades realizadas nos livros e cadernos
É preciso avaliar se o conteúdo que está anotado no caderno está legível e completo, se os exercícios do livro estão sendo feitos e corrigidos. Afinal, eles servirão de base para o estudo em casa.

3. Ficar atento à autocorreção
Como é praticamente impossível que o professor corrija os exercícios individualmente, é preciso dobrar atenção com as correções. Veja se há sinais de que seu filho realmente corrigiu os exercícios, comente com ele a importância de estar atento nas respostas passadas pelo professor. Se for um assunto que você domine, vale conferir algumas respostas para checar o nível de correção. Caso tenha dúvidas, o ideal é conversar com o professor.

4. Incentivar o estudo com resumos
Sugerir que seu filho faça um resumo do que entendeu da matéria dada é um ótimo exercício. Isso faz com que ele mesmo perceba quais pontos não estão suficientemente claros. Além disso, bons resumos serão ótimos aliados para rever o conteúdo de aulas passadas.

5. Comparar o conteúdo que será avaliado com o que foi ensinado
Para ajudar a organizar os estudos, muitos professores indicam os principais temas que serão abordados na próxima avaliação. Esta é uma ótima oportunidade para verificar se o plano de estudo de seu filho não deixou nenhum item de fora ou se é preciso complementar. Um bom sinal é quando seu filho não demonstra estranhamento diante dos temas informados e sabe identificar facilmente qual conteúdo está relacionado com cada um deles.

DURANTE A SEMANA DE PROVAS
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Manter a coerência e demonstrar confiança
Se seu filho seguiu uma rotina de estudos, não há porque fazer cobranças de última hora, como resolver tomar todo o conteúdo nos dias que antecedem as provas.

2. Explicar os objetivos das avaliações
Vale lembrar para seu filho que as provas são importantes ferramentas para que os professores possam identificar conteúdos que não foram bem assimilados pela classe como um todo e por alunos em particular. Deixe claro que todo o esforço deve ser para mostrar o quanto se conseguiu aprender, mas que também é possível aprender com erros.

3. Oferecer ajuda
Mostre-se totalmente disponível para ajudar seu filho nos dias que antecedem a prova. Vale abrir mão de alguma atividade rotineira caso ele mostre que quer sua presença. Pergunte se ele quer que você faça perguntas sobre os temas previstos ou que leia os resumos que ele resolver escrever. Caso ele não peça nada, diga que ficará por perto, disponível, enquanto ele revisa algum ponto. O importante é não querer impor o seu jeito de estudar exatamente neste momento.

4. Não tolerar a "cola"
Caso flagre seu filho criando algum artifício para colar ou combinado a prática com um colega, seja rígido e não compactue com isso, deixando claro que não aceitará qualquer tentativa neste sentido. Mostre que de nada adianta tentar obter um resultado que não reflete o que ele realmente aprendeu, pois uma dificuldade não resolvida agora só irá aumentar nas séries seguintes.

5. Fazer seu filho enfrentar "o problema"
Se seu filho estiver muito ansioso ou nervoso, poderá acordar no dia da avaliação queixando-se de dor de cabeça ou de barriga e até mesmo ficar febril. É preciso sensibilidade para identificar se os sintomas estão diretamente relacionados à ocorrência da prova. Se for isso, os especialistas recomendam acalmar a criança ou adolescente, mostrando que não há nada a temer e, preferencialmente, fazer com que ele vá para a escola e enfrente a realização da prova. Isto para evitar que a somatização vire uma "muleta". Mas fique atento: caso a situação se repita, é importante uma conversa com a orientação da escola e com o médico da família para avaliar se o problema é físico ou emocional para procurar ajuda especializada.

DEPOIS DAS PROVAS
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Não se culpar por um mau resultado
Um erro comum cometido pelos pais é assumir a responsabilidade pelo baixo desempenho escolar do filho. É preciso evitar este tipo de sentimento, que acaba, de forma indireta, menosprezando a capacidade do filho de lidar com suas próprias responsabilidades.

2. Rever a prova com seu filho
É muito importante analisar, junto com seu filho, a prova corrigida. Com calma, sem pressão, repasse questão por questão, valorizando os acertos e convide seu filho a tentar enxergar qual erro cometeu e por quê. Não é o momento de criticar se uma falta de atenção causou o erro, por exemplo. Adote uma postura positiva para que seu filho realmente aprenda com os erros cometidos.

3. Avaliar o aprendizado real
A análise de erros e acertos na prova ajuda a avaliar mais profundamente o conhecimento que seu filho possui, que vai além da nota registrada. O professor terá, claro, de considerar errado um exercício de Matemática cujo resultado não seja o esperado. Mas você pode perceber que seu filho conseguiu entender a lógica do cálculo solicitado e errou em contas básicas, por exemplo. Ou que ele não soube responder uma das questões de Geografia, mas que deu uma resposta completíssima para outra pergunta.

4. Reavaliar a rotina
Ao receber os resultados da avaliação, vale refletir se as possíveis dificuldades apresentadas podem ser solucionadas com mudanças na rotina estabelecida, como por exemplo, dedicar mais tempo a determinadas disciplinas.

5. Identificar possíveis problemas extraclasse
Se você acompanha a rotina de estudos de seu filho e a nota que ele obteve em uma avaliação foi muito abaixo do que você esperava, vale pena avaliar se há outros fatores influenciando este resultado, como problemas familiares ou com amigos e procurar ajuda especializada, como o apoio da psicologia.

Matéria retirada do site: Educar Para Crescer http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/prova-679844.shtml